Posts Tagged ‘Marrom’
Cuidado que a Mangueira vem aí! Quando saí do sambódromo, era a única frase que me vinha à cabeça. Quando eu conseguia mudar o rumo dos neurônios, vinha, E O BICHO VAI PEGAR. Sem dúvidas Mangueira fez o melhor ensaio até agora! Mostrou que tem chão, força, que está pronta para lavar todos os problemas do ano passado e o desfile vexaminoso deste ano.
Depois da merecida homenagem a Jamelão, quando começou o esquenta, já dava para sentir o show que a gente estava ouvindo no Palácio do Samba. Desta vez, em outro solo sagrado, a Marquês de Sapucaí. Olhava para frente e pensava: Esta suntuosidade ficou pequena para nós! A chuva do desfile lavou e levou os problemas para longe. Deixou para nós uma Mangueira de doces frutos e folhas verdes e deu mais força ao nosso Jequitibá.
Atenção nação mangueirense no próximo dia 07 de dezembro acontece nosso primeiro ensaio técnico na Marquês de Sapucaí à partir das 21h, com concentração do lado do Edifício Balança mais não cai.
Como todos nós sabemos a nossa quadra esta ficando, lotada todos os sábados, também não teria como ser o diferente mediante tamanho o sucesso que esse samba esta fazendo e a maneira como ele toca no coração do mangueirense e de todo o povo brasileiro.
Freqüento o Palácio do Samba há muito tempo, vou pelo menos duas vezes na semana, no sábado e na quarta-feira para assistir o incrível ensaio da nossa bateria, aliás, para quem gosta de samba, quarta-feira é o melhor dia, é quando dá pra sentir a bateria batendo no seu estômago, tomando conta da sua alma, um estrondo, uma delícia, uma surpresa a cada dia. Dá orgulho de ver os ritmistas se esforçando, suando a camisa para dar o seu melhor, ver as mãos com curativo de tanto tocar seu instrumento, ver que quem não leva a sério leva esporro de verdade, que aquilo ali não é brincadeira, que aquilo ali representa a paixão de milhares de brasileiros e que para estar ali, representando a bateria da maior Escola de Samba do mundo, tem que ralar, e ralar muito, têm que valer vestir a camisa da bateria nota 10, da eterna “Surdo um”, da nossa mula manca, dos nossos tamborins desenhados com perfeição, da nossa cuíca que arrepia, do ganzá que contagia, enfim para ser ritmista tem que se entregar de corpo e alma, e se não o fizer é cortado sem dó nem piedade. E isso é o certo! Um dia estava lá e vi com admiração os ritmistas fazendo rodas de acordo com seu instrumento, os diretores de bateria fizeram cada um tocar sozinho, para concertar o que precisava, para chegar à perfeição, foi emocionante, vibrei, e fiquei muito feliz por ver que apesar de todas as dificuldades que estamos passando na Estação Primeira, a bateria está tomando o rumo certo, honrando os velhos e saudosos mestres de bateria, honrando o inesquecível Cartola! Parabéns bateria… Vocês são o orgulho de cada um dos mangueirenses…
No último sábado (01/11/08), como já faz parte da minha rotina, fui ao Palácio, me deparei com o já esperado público diferente do público da escolha do samba, que, aliás, sejam muito bem vindos, nossa casa estava cheia, linda como sempre, o Grupo Regente animando a festa como só ele sabe fazer, o Departamento Feminino e a Ala das Baianas, arrasando no centro da pista colocando os gringos para sambar (tinha uma escola francesa lá), Luizito, como sempre cantando “eu queria ser bem mais que amantes…” para sua amada que o tirou do hospital para poder levar o samba da nossa Mangueira no sambódromo em 2007, sua homenagem é sempre muito respeitada por todos. Apesar de tudo estar como sempre, rolava um clima tenso no ar que não consigo explicar, não sei se era eu recém saída de uma dengue, ou se era realmente alguma coisa dentro do Palácio.
Entra o locutor, saudando o público, a nossa presidente (de uma forma tão exagerada, diferente dos outros dias, que me pareceu estar querendo provar para todo mundo como ela é querida na comunidade), o Departamento Feminino, a Ala das baianas, a Velha Guarda (com a excelente notícia que o presidente da Velha Guarda, Ed Miranda, que estava hospitalizado, se encontrava bem e na quadra), a bateria do Mestre Taranta, e porque não dizer do Mestre Marrom. Como em todos os sábados a bateria aqueceu, e numa batida bem diferente do usual, que ainda não estava bem conectada, mas que tem um bom futuro, e quando estiverem bem ensaiados vai ser um arraso! Depois, junto com Luizito, a bateria iniciou o samba de exaltação a Mangueira, a minha Mangueira, como sempre, de arrepiar, mas algo estava estranho, os sambas antigos foram tocados, e algo continuava estranho, não sei o que é, o som dos instrumentos parecia não conseguir chegar aos meus ouvidos, estava baixo, sem emoção, sem paixão que é sua característica principal, percebi que Marrom ainda não havia chegado… Luizito parecia desanimado, mas foi só impressão, conversando com ele depois, me disse que estava tudo bem. Lequinho subiu para puxar os sambas com Luizito, ai meu Deus, não era o dia dele… A situação estava se complicando… Bateria baixa e puxadores que não estavam dando conta do recado… Aí veio a melhor surpresa da noite, Tomaz, neto do saudoso e eterno Jamelão, contrariando seu comportamento dos últimos meses estava simpático, receptivo, sem cachecol e casaco (e olha que até fazia um friozinho), e começou a puxar os sambas, sem salto alto, concertando o que estava errado, completando o que estava faltando, melhorou sua voz, melhorou seu estilo, melhorou sua atitude, melhorou em tudo!!! Estava ótimo, e deu um show! Acho que ele anda lendo o estacaoprimeira.org! Parabéns Tomaz, está indo no caminho certo, estou orgulhosa de ver seu crescimento, seguindo os passos do avô, tome conta dos nossos microfones, você tem talento e está sabendo lapidá-lo muito bem, sabe que ainda tem muito chão pela frente, mas o caminho é esse mesmo, você está trilhando o certo agora.
Começou a tocar o samba vencedor de Lequinho, Bernini e companhia, é impressionante como todo mundo se empolga, a maioria ali presente ainda não sabia a letra de cor (público diferente), mas estava com a letra na mão e cantou, cantou forte o samba campeão! Luizito ainda está correndo com o samba, o que é bem nítido na segunda parte, a parte mais cadenciada, mas Tomaz estava lá, tentando dar o tom, o ritmo, junto a Lequinho, e o público, ah! Minha adorada nação mangueirense, também tentou segurar Luizito, e na última passagem do samba, ele já estava entrando no ritmo, para nosso alívio e o da bateria também! Porque com o puxador acelerando não há bateria que consiga se manter no compasso. Marquinhos e Giovanna estavam lindos como sempre, elevando a nossa bandeira, a colocando no seu lugar de destaque durante as no mínino 10 repetições do samba. Quem resolveu dar o ar de sua graça foi a Rainha da Bateria Gracyanne Barbosa, que também se mexeu (porque sambar não é muito com ela não) por todo esse tempo, num vestido dourado que se não fossem as lantejoulas ficava igual à camisola daquela ex-BBB.
Intervalo, e o clima começou a melhorar… Minha sensação de algo estranho no ar foi desaparecendo, e meu coração estava mais aliviado, vai ver foi a tal da dengue mesmo!
Locutor pronto para falar, e que palavras bonitas, elogiou o povo presente, a alegria que estava tomando conta do nosso Palácio, a nação de torcedores fervorosos da Mangueira, porque não somos doentes pela Mangueira, lugar de doente é no hospital, somos torcedores fervorosos, com sangue verde e rosa! Exaltou mais uma vez a nossa presidente Eli Gonçalves, mais conhecida como Chininha, e desta vez citou todas as suas conquistas, toda a sua luta, todo seu sofrimento em, segundo ele, 50 anos de Mangueira! Isso foi tão estranho… Uma coisa é saudar outra coisa é exagerar! Mas quem sou eu pra julgar? Quem estava lá que tire suas conclusões. E veio, então, a maior gafe da noite! Ele dizendo como nossa presidente estava feliz em ver que seu sonho estava se realizando naquela noite de gente feliz e casa cheia, e que ela estava com um lindo sorriso olhando para isso tudo de seu camarote presidencial, quando olho para ela, como lhe é peculiar, não tinha nem meio sorriso, então ele concertou: “ela está sorrindo por dentro”, e aí, todos riram por fora mesmo!!!
Quando o samba volta na segunda parte da noite, o Vadinho Freire começa uma brincadeira com a bateria… A brincadeira era tocar axé, começou com Levada Louca e por aí continuou, achei bem esquisita essa parte e me lembrou ensaio do Salgueiro, mas tudo bem é válido, anima, e chama mais gente pro nosso Palácio, ou seja, mais dinheiro para fazer o nosso carnaval! E na segunda parte, chega o tão esperado Mestre Marrom, e a bateria volta a ser como sempre foi, empolgada, apaixonante, brilhando, exalando emoção nos nossos ouvidos, mas que maravilha!!! Parabéns Mestre Marrom, por seu excelente trabalho à frente da nossa bateria! Até a Rainha que só aparece um pouquinho e que nem na grande final do samba foi, voltou ao seu posto! Que surpresa!
E assim foi a noite, estranha, alegre, empolgante, cheia de surpresas boas, outras nem tanto! De monótona não teve nada! Se bem que nada na Mangueira pode se chamar de monótono! Minha estranheza passou no decorrer da noite e minha paixão congênita pela Minha Mangueira foi mais uma vez fortalecida!
Obrigada Estação Primeira de Mangueira por mais uma noite mágica, de sonho e realidade, de amor e de esperança! Vamos fazer um lindo carnaval, tenho certeza!
Camila Sampaio
Acho que se eu não fosse Mangueira, estava louco para ser. Estes últimos dias tem sido muito especiais, homenagens mil à Cartola, a Feijoada, a semi-final tão disputada que não deu pra cortar ninguém (por mais que eu ache feio isto), o grupo Regente que me faz sair de casa mais cedo para ouvir sambas de todas as gerações, e ontem, o ensaio da bateria para a final. Emoção para toda a nação mangueirense e não é pouca.
Recebo sempre e-mails dos mangueirenses do Brasil a fora dizendo que o estaçãoprimeira.ORG é uma tortura a quem não mora no Rio. Já fui chamado de sádico, e confesso, neste assunto, eu sou um pouco. Fazer o que se a minhas duas grandes paixões, o Rio de Janeiro e a Mangueira estão situadas no mesmo lugar? Depois um tempo no exílio profissional e acadêmico em tantos lugares, consegui voltar a viver na cidade maravilhosa e curtir o povo, as praias, os sambas, a Lapa, a cerveja (vai, chopp da Brahma do Rio é diferente do resto), o Pastel do Lacir e a nossa Mangueira. Já tem um ano e meio que estou curtindo tudo isto e hoje vim aqui escrever e aproveitar para fazer um dos maiores pecados cariocas, tirar uma onda!
Ontem estive no ensaio da bateria para a final do samba, o evento estava marcado e foi dito até no microfone do palácio no sábado, que seria na 4ª, extraordinariamente começaria às 19 horas. Acabei pegando um trânsito insano indo para casa, troquei gravata por baqueta e no carro vinha ouvindo e tocando os 4 finalistas. Acabei chegando apenas as 20:30, e para minha surpresa, nem tinha começado. Ótimo, uma porção de pastel (o Lacir é impagável) e a gelada daquela neve que só cai em Mangueira aos 30 graus que fazia a noite.
Quem acompanha meus textos de antes do site, sabe que nunca escondi a insatisfação de ver a Bateria regredir com a saída do Ivo. Variáveis a parte, sei que tem gente que gosta e que não gosta, a questão é que quem como eu freqüento, viu que aquele trabalho estava lindo e não poderia ser interrompido. Era questão de pequenas podas nas coisas mais ousadas e um pouco mais de cadência e estaria tudo OK, 4×10 na avenida. Os dois ensaios gerais feitos por Taranta foram aquém do que eu tinha visto com o Ivo, mas eu via um cara se destacar. Volto então às primeiras aulas da faculdade de administração, tipos de líderes. Mestre Marron é no ponto de vista administrativo o tipo mais invejado de líder, aquele que é respeitado por seus colegas por sua competência, e seu potencial nato de liderar, não é por dinheiro nem por que ninguém simplesmente o colocou ali.
Sei que levo porrada de todos os lados, mas mais uma vez eu digo que eu assino o texto e posso colocar aqui minha opinião, o site é aberto a todos os mangueirenses, a área de comentários eu não nego os contrários à minha opinião. Existe também a opção de envio de texto anônimo, se for para informar, engrandecer a cultura mangueirense, eu posto mesmo sem assinatura. Então, podem discordar de tudo, o que engrandece este site é o debate.
Tivemos um ano estranho em relação às baterias, acompanhei os ensaios de algumas escolas, Manga, é claro, Sal, Tijuca, Vila, Viradouro, Grande Rio, Beija, Imperatriz, Portela, ou seja, 9 das 12. Sem o Império serrano, a lógica é que o estandarte iria para a Grande Rio, que estava impecável, a Vira tava linda, mas ousada demais e com um probleminha de cadência, o Sal, eu sabia que estava com o melhor gingado do ano, mas ainda achava que o capricho da bateria da Portela poderia dar um susto merecido. Deu Salgueiro, parabéns à furiosa, o pessoal da Globo soube engolir a protegida, soube ser justa e soube uma trivialidade que a LIESA não soube, a difícil tarefa de CONTAR. Digo isto, pois um dos pontos segundo o manual do julgador em relação ao quesito bateria é a MANUTENÇÃO DA CADÊNCIA. Ou seja, o numero de batidas por minuto, deve ser o mesmo durante todo o desfile. Quando ouvi um boato de que a Bateria da Mangueira seria 4x 10, que já era certo, pois não iam deixar e aberto isto e correr o risco de pagar a troca de mestre de bateria no fim do ano como notas baixas, juro que não acreditei. Achei que era recalque de alguém que num efeito “telefone sem fio” havia dado neste boato.
Não deu outra, acompanhei a Bateria da Mangueira no desfile, BPM counter na mão e uma chuva torrencial na cabeça. A bateria esquentou certinha, só que aconteceu o efeito que já havia percebido no ensaio, o que eu apelidei de Efeito Luizito. A bateria vem bem e Luizito entra acelerado como se não estivesse ouvindo a bateria, acelera e a batida fica menos cadenciada. No desfile a Manga variou e não foi pouco não, a afinação comprometida pela chuva e a certeza de notas baixas quando a bateria virou de costas para o primeiro setor de julgamento e se vira para o outro lado, onde estava Ivo Meirelles no canto do camarote da Brahma. Achei que a nota dada ali seria 8, pela falta de respeito não mostrada pela TV. A Bateria ainda utilizou bossas de Ivo, num improviso perfeito. E seguiu com muitas quedas e acelerações no BPM. Entre Taranta sem perceber nada e Marrom, onde todos os olhos dos ritmistas apontavam, tinham a diferença de quem faz e quem manda. Na apuração, surpresa, 9,9 do jurado que só viu as costas da bateria e 3×10, um nos únicos quesitos que se consegue medir algum item de forma inquestionável e acontece isto, se torcesse por outra escola, havia reclamado com provas incontestáveis. Custo a acreditar que a LIESA não sabe contar, mas prefiro não entrar no mérito de quem de um 7º lugar para Candaces, o impecável desfile do Sal de 2007. Continuo não acreditando em certas profecias.
Tenho acompanhado quase todos os ensaios deste ano, e estava vendo não uma bateria, mas uma grande bagunça, alguns ritmistas sem comprometimento, um negócio meio joio, meio trigo e uma aceleração que nunca dantes vista. Há cerca de três semanas, um puxão de orelha, depois do ensaio, foi sabatinado ritmista por ritmista, de frente para Marrom, que quase como um professorzão vinha dando puxadas de orelha em quase todos. Vi ali gente que admiro e que sei a capacidade, afinando frente à sabatina. Dalí para cá, tenho visto uma troca, temos o rei em cima do trono, cetro na mão e sorriso na foto e um primeiro ministro, fazedor, respeitável, um executivão. Não acho que Taranta não mereça o trono, ele nos deu nosso único Estandarte de Ouro em bateria, e realmente a cadência de 90 era mais que primorosa, e naquela época, ele era O CARA. Só acho que isto mudou muito, amadureceu num efeito contrário ao do bom vinho. Avinagrou, ficou rascante demais.
O show que mestre Marrom deu no Canecão na segunda e que vi muita gente ao fim falando “VALEU MARROM”, como foi o meu caso e o Show de sábado sempre que ele assumia a frente, me deixou de sorriso na face, vendo a nossa Estação Primeira honrando a camisa. Que líder motiva seus alunos com a frase arcaica de que “Aluno não sabe mais que o professor”? Este é o slogan usado fora de época por mestre Taranta e está estampada em todas as camisas, uma vergonha. Sei que a frase é uma "homenagem" ao mestre Russo, autor da mesma, mas tinham tantas boas, usar esta que só ficava bem no humor do Russo? Por isto falo, FORA DE HORA! Colocava o VALEU MESTRE RUSSO, ou outras pérolas incríveis que nosso finado Mestre soltava, "Não tá satisfeito, aguarda ou espera" Ou "Se der mole, vai pular no mar pra brigar com tubarão". Trocar o nome mais marqueteiro que colocava em voga a maior peculiaridade da bateria para marcar território? Meu cachorro faz isto mijando em todos os postes da rua, mas acho que ele seria incapaz de não continuar usando o SURDO UM.
Ontem minha alegria começou as 8:45, todos os olhos para Marrom, cuícas já chorando e um Taranta apagado, como ironia do destino, vestindo uma camisa marrom. Quando começou a esquentar, beleza, bateria cadenciada como não via há muito tempo! Era diferente, as bossas lindas, desenhos incríveis, todos perceberam que aquilo tava no caminho certo, vi muita gente impressionada. Foram vários minutos de show para os que ali estava. Boa notícia para nós!
Entre os boatos, mesma coisa, gente dizendo que daria Lequinho, gente dizendo que daria David, mas o consenso era que não haveria junção de samba nenhum. Graças a deus, acho o cúmulo da falta de respeito com um compositor, junção de samba para mim, é como uma pincelada vermelha na testa da Monalisa, um desrespeito à arte. Não deu para ter uma idéia de como será a final, pois Lequinho, GG e Paulinho, foram com seus intérpretes, mas o carro de som não ajudou. Já David correia cantou apenas com D`águia, sem Resemar, será que tem alguma surpresa por aí?
Após o ensaio, teve a apresentação das fantasias da Bateria. Ritmistas estavam preocupados, pois as três ultimas fantasias tinham um detalhe no braço que atrapalhava tocar alguns instrumentos. Não acreditei quando vi Mico SBT, sem dúvida um dos mais respeitáveis, competentes e tradicionais ritmistas da Mangueira vestindo a fantasia mais bonita dos últimos tempos para a Bateria. Do mesmo jeito que não gostei de muitas fantasias, para a da bateria eu dou os parabéns a Roberto Szaniecki. Na apresentação apontou alguns cuidados com o conforto, falou sobre ser uma fantasia quente e alguns outros detalhes. Muitos ritmistas ficaram preocupados com detalhes para tocar seus instrumentos e resolveram analisar mais de perto. Mas o melhor de tudo é que havia sorrisos em quase todos ali presentes, a fantasia foi um sucesso.
Segue abaixo fotos exclusivas das fantasias da bateria pelo ritmista e agora modelo, Mico SBT:
Saudações Mangueirenses


