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Poucos sabem um dos motivos da construção da Av. Rio Branco (antiga Av. Central), que sai do cais do porto da Praça Mauá e vai até o aterro do Flamengo tendo uma belíssima vista para o Pão de Açúcar, na lateral direita o Theatro Municipal, do lado esquerdo a Escola Nacional de Bellas Artes e a Biblioteca Nacional. Mas Pereira Passos esqueceu de um elemento para apoteose estar completa, as cores Verde-e-Rosa e claro a tradicional Bateria Surdo Um, aí sim seria a grande apoteose do Rio de Janeiro, mas já que na época ainda não existia a Estação Primeira de Mangueira, nós nos tempos atuais temos o grande privilégio de poder chegar a apoteose, hoje na Marquês de Sapucaí que mesmo em cimento, tem o colorido Verde-e-Rosa e alegria dos componentes que cantam ao som do rufar dos tambores e os desenhos de tamborim, “Meu Coração é Verde-e-Rosa!”

Num ensaio que foi marcado pela tensão dos diretores pela necessidade de que o último ensaio técnico se apresentasse de forma perfeita e a escola não apresente erros, a Estação Primeira de Mangueira fez uma apresentação de gala, que mesmo com a chuva não se viu nenhum problema, a Verde-e-Rosa está pronta para desfilar em chuva, calor, neve, tufão, sob qualquer adversidade física, o que nesse caso, a boa e velha Manga com certeza será um furacão que fechará o carnaval 2010. Mas, como ensaio não é desfile oficial e realmente é o momento de errar, temos que comparar com o outro ensaio que teve alguns erros graves, dos quais muitos foram solucionados, porém alguns persistiram felizmente… Read the rest of this entry »
Certa vez li em algum jornal que sem o show de Verão da Mangueira, a estação ia perder a metade da graça. Concordo. Dia de colocar a camisa verde-rosa, partir para o Canecão e ver grandes (maiores?) figuras da música do país usarem a sua arte inestimável para ajudar a escola de samba mais querida.
Dia de ver Chico, Alcione, Jamelão, Beth Carvalho, Rosemary, sempre, e alguns outros itinerantes gênios tão sensacionais quanto, como Djavan, Lenine, Elba Ramalho, Milton Nascimento, Zeca Pagodinho, que sempre davam o ar da graça e traziam aquele clima de renovação ao espetáculo. Dia de orgulho e prazer.
Fui a todos os 12 shows de verão da Mangueira, sem exceção. E nunca um ano foi igual ao outro. A única coisa que se repetia era Jamelão cantando e fazendo o que queria e bem entendia no palco com a platéia boquiaberta. Todos os anos isso aconteceu. O “mestre” não perdia a majestade jamais, nem com a camisa do Vasco que ele insistiu em usar um certo ano. Ninguém é perfeito.
Confesso que em anos de campeonato, achava o clima um pouco diferente, o que, acredito, acabava contaminando o dia do desfile.

Prefiro os que me criticam, porque me corrigem, aos que me elogiam, porque me corrompem.
Santo Agostinho, o Pensador
Chegou a garra, chegou a emoção, chegou a escola de samba mais querida do Planeta! Chegou, a ESTAÇÃO PRIMEIRA DE MANGUEIRA!
Luizito
Mesmo ainda sem fôlego para escrever, venho aqui compartilhar as maravilhas do ensaio técnico deste domingo. Antes disto, venho mais uma vez esclarecer alguns pontos. Como sou muito crítico e chato, muitos acham que eu torço pelos erros e tropeços para ter o que falar. Sou MANGUEIRA!!! Meu objetivo, com minhas críticas e meus relatórios, é rever todos os pontos em que tivemos algum erro ou pequeno deslize e debater minuciosamente, até nos aproximarmos, ao máximo possível, da perfeição.
Caros Leitores, enviei apenas algumas fotos (192) para todos que estão pedindo. Amanhã anexarei às demais fotos e os vídeos e para o meio da semana, o relatório completo do ensaio técnico.
Para quem preferir ver sem o slideshow, as fotos estão na área de multimídia, caranval 2009, 2o ensaio técnico
Atenção Nação Mangueirense, mais um espetáculo vem aí!
Depois do sucesso do primeiro ensaio técnico no dia 07 de Dezembro, nossa Mangueira mostrou que aos 80 anos está mais forte e renovada do que nunca. Chega o momento do nosso teste de fogo, na próxima sexta – feira dia 09 de janeiro de 2009 às 21h horas a Estação Primeira de Mangueira volta para o Marquês de Sapucaí com a difícil tarefa de superar o seu próprio ensaio técnico. Retornando, assim, numa sexta, depois das festas de final de ano e com um intervalo de mais de 15 dias sem ensaios.



