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By N2H

Carnaval 2009

Parcerias com sambas Concorrentes, Clique nos nomes das parcerias para ir deireto para o samba e ler, ouvir ou baixar em mp3, ou clique na bolinha ao lado da sua parceria preferida e depois em votar ao final da lista, para participar da enquete sobre o melhor samba entre os concorrentes para o carnaval 2009 da Estação Primeira de Mangueira:

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Marcus Moniz, Renan Brandão, Machado e Marcelo Nunes
Lequinho, Jr.Fionda, Gílson Bernini e Gusttavo Clarão
Aníbal, Jerônimo GG, Pope, Jurandir Terra
David Corrêa, Marcelo D’Aguiã, Rosemar da Mangueira e Bizuca
Jorge Nascimento, Rodrigo Carioca, Jorge PQD e Jorginho Bonsucesso
Paulinho Rocha, Vicente Felisberto e Fininho
Juruna da Mangueira, Renan, Renato, Marquinhos do Gás
Mag do Cavaco e Ribamar
Zeca Monteiro, Bete da Mangueira, Deija e Valter Veneno
Eraldo Caê, Paulo de Carvalho, Diego Cabral e Bitú G-Sé
Gustavo Louzada, Vanderson, Júnior e Edirley
Índio da Mangueira, Luisinho Oliveira, Daniel do Riachuelo, Beto Savanna
Jorge Bombeiro, Celso Guaratiba, Guilherme Barbosa e Marcelo Araújo
Antunes King e Olímpia
Celso Tropical, Catranca, Marcelo Santa Clara e Partidinho
Tuaregue, Jocelino, Paulo Beto e Madeira
Nino da Mangueira e Sereno Mattos


Leia aqui a Sinopse do Carnaval 2009 da Mangueira:

“A Mangueira traz Os Brasis do Brasil mostrando a formação do povo brasileiro”

Outros Assuntos relacionados ao Carnaval de 2009 da Mangueira:

Coluna Carnaval 2009

Sambas Concorrentes:

Compositores: Marcus Moniz, Renan Brandão, Machado e Marcelo Nunes

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MANGUEIRA TRAZ NA CULTURA POPULAR
A FORMAÇÃO DA NOSSA IDENTIDADE
BRASIL, NO PLURAL SE TORNOU SINGULAR
COM LUTAS E SEM LIBERDADE
TROPICAL EM FLOR, SEM RAÇA OU COR
O FILHO DESTE CHÃO NASCEU
MATIZADO PELO BRANCO EUROPEU
E PELO ÍNDIO VALENTE QUE TANTO SOFREU
COM A LUZ DO TRAÇO NEGRO
NOSSA RIQUEZA LOGO FLORESCEU
CRIOULO SE FEZ, NA TERRA PLANTOU
CABOCLO TRAZ NO RIO O SEU VALOR

O BRAVO SERTANEJO LEVA O GADO PRO SERTÃO
NA TERRA SECA, O HOMEM CHORA
ESPERA A HORA EM QUE DEUS ESTENDA A MÃO
E NO CERRADO CANTA EM FORMA DE ORAÇÃO

UM DIA O SONHO MIGROU
E UM POVO SURGIU EM MEIO À POBREZA
CAIPIRA NA ALMA, NÃO VAI SE ENTREGAR
NO SOLO, A MAIOR DAS RIQUEZAS
NAS FRONTEIRAS DO SUL
A ESPERANÇA ENCONTROU UM NOVO LAR
UNINDO POVOS COMO IRMÃOS
PÁTRIA QUE SORRI AO CHORAR
SER BRASILEIRO É UM SENTIMENTO
QUE A VOZ DO SAMBA VEM ETERNIZAR
MANGUEIRA, TRADUÇÃO MAIS SINGELA
TEM NA PASSARELA UM NOME A ZELAR

EU SOU A FORÇA DA PAIXÃO
QUE CRESCE NA DOR… AVANTE, MANGUEIRA!
EM VERDE E ROSA EU VOU
EXALTAR A NAÇÃO BRASILEIRA

www.estacaoprimeira.org Sobe


Compositores: Lequinho, Jr.Fionda, Gílson Bernini e Gusttavo Clarão

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Deus me fez assim filho desse chão
Sou povo, sou raça… miscigenação
Mangueira viaja nos brasis dessa nação
O branco aqui chegou
No paraíso se encantou
Ao ver tanta beleza no lugar
Quanta riqueza pra explorar
Índio valente guerreiro
Não se deixou escravizar, lutou…
E um laço de união surgiu
O negro mesmo entregue a própria sorte
Trabalhou com braço forte
Na construção do meu Brasil

É sangue, é suor, religião
Mistura de raças num só coração
Um elo de amor à minha bandeira
Canta a Estação Primeira

Cada lágria que já rolou
Fertilizou a esperança
Da nossa gente, valeu a pena
De Norte a Sul desse país
Tantos brasis, sagrado celeiro
Crioulo, caboclo, retrato mestiç
de fato, sou brasileiro
Sertanejo, caipira, matuto… sonhador
Abraço o meu irmão
Pra reviver a nossa história
Deixar guardado na memória… o seu valor

Sou a cara do povo… Mangueira
Eterna paixão
A voz do samba é verde e rosa
E nem cabe explicação

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Sobe

Autores: Aníbal, Jerônimo GG, Pope, Jurandir Terra



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Vou reviver na Avenida em fantasias o folclore popular
Um carnaval em poesia, a Mangueira vem mostrar
Cruzou os mares aportou com rara beleza se encantou
Reluz divina a natureza ao descobridor
No novo mundo, foi com índio que miscigenou
Buscando riquezas partiram pro interior
Na plantação, o negro sofre a opressão!
O traço forte na cultura que emoldura essa nação
Ao navegar,caboclos pelo rio mar!
Na Amazônia, nosso tesouro o seringueiro foi buscar
No Agreste o lamento, a fartura em Goiás
O sertanejo tem a fé que não desfaz

Nos brasis do meu Brasil, cada região tem seu valor
Misturando as raças
Ser brasileiro é ter orgulho em sua cor

O ouro realidade ou ilusão
Com o fim do sonho caipira
Tentou a sorte nesse chão
Nos pampas o gaúcho o gado leva
Mas tarde surge a industrialização
E hoje sou forte vim do Sul e do Norte, a minha raiz!
São negros, índios, brancos, matizados
Cada face é o retrato do novo gigante país
Mangueira meu amor mais verdadeiro
Nesse palco de magia… Exalta esse povo tão guerreiro

É o samba que passa unindo as raças
Na emoção… De um lindo sonho que irradia
O verde e rosa do meu pavilhão

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Sobe

Compositores: David Corrêa, Marcelo D’Aguiã, Rosemar da Mangueira e Bizuca



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Eu vou navegando… Na doce ilusão
Do folclore a fantasia
Hoje é carnaval, no horizonte eu vi
O paraíso da mitologia
Riquezas de um mundo encantado,
Nudez inocente que não se deixa escravizar
Na aldeia, o casamento é relação comercial
Virou negócio de família,a extração do pau-brasil
Raça, mistura e tempero…
Na formação do povo brasileiro

Sou guarani, tupinambá
Negro que veio da África!
O homem branco também bate tambor
E nesta terra o idioma ecoou

Canto os brasis
De toda as crenças, dos meus orixás
O caboclo seringueiro, defende a Amazônia do invasor
Sertanejo, pantaneiro, repentista, sanfoneiro, boiadeiro cantador
Brasil… Docaipira violeiro
Abraça o imigrante e no Sul
Tem gaúcho na fronteira
Visão de um sonhador
Já disse quem eu sou
Nasci no Rio de Janeiro
Me orgulho de ser brasileiro

A Mangueira é guerreira
Mestiça, feliz… Festeira!
Respeite o meu tamborim
Eu sou essência brasileira

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Sobe

Compositores: Jorge Nascimento, Rodrigo Carioca, Jorge PQD e Jorginho Bonsucesso



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Brilhou a estrela do navegador…
Sou feliz!
Sou meio índio, meio negro e português
Eu sou retrato desses brasis
A festa mangueirense é assim
E por isso estou aqui
A bater palmas para o grande professor
Que me deu lição de altivez
Ao provar que a minha hora e a minha vez que chegou
Sou brasileiro orgulhoso, sim sinhô!

Yorubá, dahomey, mandinga, banto, angolês
Em caravelas chegam de além mar
Com rituais e cultura, a cana irá germinar
A culinária você vai aprovar

Eu sou raiz desta terra, e creio em imaginação
Trago um caboclo a sonhar
Sou gente lá do Sertão
Qual seringueira a sangrar
Eu vi riquezas brotar
Sou caipira nas veias
Na roça, em qualquer lugar
A fé, he, he, boi
Sopro o berrante em cavalgada
Axé, em verde e rosa, vejo os olhos da mulata
O povo é o maior tesouro
Nessa terra abençoada

Eu sou daqui, sou dali, a nação a cantar
Sou Mangueira!
Eu sinto a paz miscigenar, não tem fronteiras
Vem no balanço da Estação Primeira

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Sobe

Compositores: Paulinho Rocha, Vicente Felisberto e Fininho



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Ao raiar de um novo dia
No horizonte ele surgiu
Um paraíso perdido, exuberante… Meu Brasil
Onde habitava um povo guerreiro
Que ao colonizador não se curvou
Mas o branco interessado, pela índia se apaixonou
Ao entregar o seu coração, ela foi a pioneira
Quem em seu ventre gerou ôô
A raiz da raça brasileira

E o negro chegou
Garimpo e plantou… Colheu
Só não desfrutou, gemeu de dor
Oh! Triste sina que ele viveu

O rufar dos tambores ecoava forte lá na aldeia
Era sua devoção aos orixás em noite de lua cheia
Mas para secarem seus prantos
Foram rezar para os santos… Venerados na igreja
Em busca de um acalanto eles pediam axé… Que assim seja
Lá nas bandas do Agreste
Um ser cabra da peste
Esbranquiçado e sofredor ôôôô
Vem chegando o caipira, oh! Virgem Maria
Não deixe faltar o pão do bóia fria
Adentrando ao Sul surge o vaqueiro imponente
Vamos gritar numa só voz
Que essa terra é da gente
São todos os meus “brasis”
É tão grande o meu país
Como dizia o mestre Darcy Ribeiro
Que bela história tem o povo brasileiro

Mangueira Estação Primeira
A tua bandeira tem que respeitar
É a magia que estremece o coração
A emoção que faz o povo delirar

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Sobe

Compositores: Juruna da Mangueira, Renan, Renato, Marquinhos do Gás



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Mangueira anuncia
Foi na Bahia
Onde tudo começou
O meu Brasil de toda gente
Fazendo a Mangueira sambar
No meu país brasileiro
Trabalhando nos canaviais
Dançam índios dançam brancos
Em verde e rosa com a multidão
Orgulho do meu carnaval
Nas cores do nosso pavilhão

Os negros vieram da África
Com sofrimento e dor
Os brancos com gargalhada
Todos traziam o amor

Mulatos a miscigenação
O dia a dia na cultura popular
Amazonas o pulmão do mundo
Minas das riquezas minerais
Os sertanejos do Nordeste
Goiás do gado a pecuária
Pantanal da beleza natural
São Paulo da área industrial
Os pampas dos gaúchos seresteiros
Nas festas de São João
Hoje a nação da Mangueira
Traz oitenta anos de glórias
Estão no Palácio do Samba

No meu Rio de Janeiro
O carnaval é sensação
Os baluartes da Mangueira são guerreiros
Do carnaval brasileiro

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Sobe

Compositores: Mag do Cavaco e Ribamar



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Viajei no livro
De Darcy Ribeiro
Pra mostrar a formação
Do povo brasileiro
Pelos mares do mundo
Naveguei, terra vista ouvi
No paraíso perdido aportei
Daquela visão angelical
A Ibirapitanga reluziu
Fauna e flora num lindo visual
Em verde e rosa
Vou mostrar tu do que vi

Vi barganhar
Toma lá dá cá
De inimigos a cunhadismo
Vi portugueses com as índias se casar

Com a mistura das raças no planalto
Assim o mestiço surgiu
E se espalhou pelos brasis do meu Brasil
Tira óleo, o látex da seringueira
Ouro e diamante pra exportar
Nos regatões segue a Estação Primeira
Fanti - Aschanti, Dahomey Yorubas
Mangueira 80 ano de glória e tradição
Vem pra Avenida cantar miscigenação

Canta, caboclo e mulato
Canta, massa brasileira
Tamo junto e misturado
No enredo da Mangueira

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Sobe

Compositores: Zeca Monteiro, Bete da Mangueira, Deija e Valter Veneno



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O tamborim da verde e rosa vem anunciar
Mangueira canta o povo brasileiro
Não existe igual neste mundo
Alegre, valente e festeiro
O descobridor encantado
Viu esta terra com os olhos de ambição
O índio lutou pela liberdade
Não se fez o branco se apaixonar
E nesta terra floresceram amores
Assim se deu início a miscigenação
A mais bela mistura de cores
O negro da mãe África chegou
Tingindo este solo abençoado
Trouxe cultura, crendices e fé
Mesmo estando acorrentado

Todo mundo me conhece ao longe
Sou brasileiro, sou Mangueira, eu sou raiz
Faço do samba a minha herança
Patrimônio cultural do meu país

Terra de cores, de culturas, de grandes valores
Muitas religiões e sabores, só existem aqui
Quero acordar, com a visão do mestre, observar
O meu povo a se transformar, vendo este país evoluir
Um dia pode ser realidade, o sonho de Darcy Ribeiro
Vem que o clamou da igualdade
Está no orgulho de ser brasileiro

O Brasil de hoje é o fruto de fusões
Cantam com a Mangueira todas as regiões
Feliz 80 anos com sambistas e sambeiros
Salve o Mestre Jamelão, salve o povo brasileiro

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Sobe

Compositores: Eraldo Caê, Paulo de Carvalho, Diego Cabral e Bitú G-Sé



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Vou cantar
contando a origem de um povo em sua saga e seu valor
É carnaval, tem brilho verde-e-rosa nessa história
De tantas lutas e glórias, intensas misturas de cor
Entre os portugueses que chegavam
E os índios habitavam nossas terras
Surge o primeiro brasileiro
Das mãos negras que moldaram novas raças
A cultura se entrelaça pelo meu país inteiro
A Mangueira é garra, é comunidade
Faz a festa de verdade de verdade com o povo brasileiro

A Mangueira é raiz
Que faz brotar
Neste solo consagrado
Poesia que encanta a passarela
Brava gente abençoada

Cenário fascinante, caboclo, sertanejo
Caipiras são orgulho desse chão
Marcado por diversas etnias raciais
Por crença e fé que não se desfaz
A imigração de gente nova que no Sul vem aportar
E que renova um ciclo, um lugar
Vem trazendo esperança
Verás que um filho teu não foge à luta
Transformando em realidade
Um sonho cheio de brasilidade

O retrato de um povo, Mangueira
Identidade de uma nação
O samba quente da Estação Primeira
Embala o meu coração

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Sobe

Compositores: Gustavo Louzada, Vanderson, Júnior e Edirley



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Chegou Mangueira, para reviver a nossa história
A saga de um povo nesta festa popular
Que Darcy Ribeiro soube retratar
O início foi o paraíso
Nativo…beleza natural
Se desfez, o português então colonizou
Quis expandir sua riqueza
Pelo parentesco escravizou
Quis bem mais…na ambição de tudo conquistar
Tratou o negro com desprezo
Comprou carvão para queimar

E nesse cenário sofrido
Começa a se formar
A identidade de um povo colorido
Brasil que veio pra ficar

Mulato sou! Caboclo eu sou!
Na terra me entreguei de corpo e alma
Viajei, no rio da esperança, meu chão encontrei
Fui criar meu gado no sertão
Tive fé, busquei meu ‘ganha pão’
E no mar de ouro me banhei
Mas no fim caipira me tornei
Marquei divisa pelo ideal
Da soberania nacional
O diferente hoje é igual
Na utopia do meu carnaval

(vem, vem, vem, vem)

Vem comigo sambar, venha se misturar
Na Estação Primeira
De braços abertos, um povo guerreiro
O verde e rosa é a cor do brasileiro

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Sobe

Compositores: Índio da Mangueira, Luisinho Oliveira, Daniel do Riachuelo, Beto Savanna.



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Luz divina ilumina o nosso caminhar
Apoteose está em festa
É carnaval vem festejar
Cantando os “Brasis do Brasil”
A poesia emoldurada em aquarela
A formação de um povo feliz
Folclore, etnias que ao mundo revela.
O orgulho de ser brasileiro
Conquistas e glórias nessa passarela

Eu sou índio, branco, negro… Raça Guerreira
Da utopia ao despertar, uma nação
Que irmanada atravessou fronteiras
A superação é nossa fé nossa bandeira

Caravelas lusitanas o paraíso perdido
A natureza detalhada, a inocência do índio.
Do cunhadismo a ambição, eis a civilização.
Sangue negro Yorubá, agricultura, pecuária na Bahia.
Miscigenação, Mãe África emana energia
Na língua, na ginga, do tempero à canção.
Rio mar nos regatões o sonho de prosperidade
Amazônia sublime jardim da humanidade
O sertanejo, a cavalhada, as crendices do sertão.
O bandeirante, o caipira trabalhando em mutirão.
Gaúchos imigrantes, a evolução industrial.
A globalização é o retrato do meu carnaval

Mais Brasil é construir o dia a dia
É vestir verde e rosa, cair na folia
Acreditar romper barreiras
O povo brasileiro é o sorriso da Mangueira

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Sobe

Compositores: Jorge Bombeiro, Celso Guaratiba, Guilherme Barbosa e Marcelo Araújo



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Brasil é um gigante tão belo, paraíso repleto de riquezas naturais
Vislumbra-se um povo de nudez inocente
Exuberância na floresta tropical
Mas a maldade imperou…
E o pau-Brasil despertou a ambição
O tesouro foi levado, nosso solo devastado
Por ordem do invasor
Oh, Palmas! Palmas, ao professor que reuniu
Em literatura de valor o sonho da igualdade

A Dor do cativeiro não existe mais
Não foi em vão, meu Senhor,
Todo o esforço desse povo

Crioulos, caboclos, força da produção
E nessa etnia divinal a Mangueira em verso e prosa
Vem mostrar seu carnaval
No solo rachado, o sertanejo atarracado garantiu a expansão
Surge o caipira feliz produzindo em sua terra
Com o suor das suas mãos
Gaúchos, matutos, tiravam seu sustento de uma terra de ninguém
E na utopia genial nascia um Brasil novo
Igualdade para todos, sem barreiras ou discriminação
E nessa epopéia verde e rosa
Vem Mangueira toda prosa arrastando a multidão

Está no preto e no branco, no amarelo e vermelho
Com muito orgulho, sou mestiço, brasileiro
Alegrando o povo, a Mangueira está aí
Miscigenando a raça na Sapucaí.

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Sobe

Compositores: Antunes King e Olímpia

A cobra vai fumar
Não esqueci o que passou
Deixa o mundo girar
Deixa o sol me queimar
Ninguém perde por esperar
Vamos reviver as nossas tradições
Nas cinco regiões
O povo é a nossa história
A Mangueira a nossa glória
Darcy Ribeiro, comanda a vitória

A índia é guerrilheira
A loura tem feitiço no olhar
Mas é a mulata brasileira
Que faz meu coração delirar

Com visão angelical
Sociedades são criadas
A extração do ouro
O plantio e a pecuária
Na arte os artesãos
Emolduraram o cenário
O sincretismo da religião
Induz a fé ao santuário
Hoje a mucama é “chacrete”
O caipira viaja na internet
Sou a raça brasileira
Sou a Mangueira, pintando o sete

Lá detrás daquela serra
Tem uma linda cachoeira
A sertaneja quando canta
Encanta a cidade inteira

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Sobe

Mais Sambas?


Compositores: Celso Tropical, Catranca, Marcelo Santa Clara e Partidinho



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Mangueira… folheia
Páginas de nossa história
E nos remete à formação dos filhos deste chão
Na passarela do meu carnaval
Matriz-raiz, gente-natureza
O homem nu deixa o branco na incerteza
Irmandade, cabocla gestação
Artimanha de igualdade tocando a produção
Escassa, a mão-de-obra não atende o clamor
Ignorando a dor, a coroa portuguesa
Importa o homem de cor

Agô-iê mãe África
Me empresta seus valores
Braço forte, raça e cultura
No ecoar dos meus tambores

Brasis, das sesmarias,
Diferentes etnias, o carvão para queimar
Tudo se faz no linguajar do capataz
Crioulo, Brasil mulato, um lindo retrato
Tem ribeirinha na embarcação
Sertanejo, caipira, gaúcho e matuto
Num Brasil hospitaleiro
Nas mãos do patriotismo o destino
Do nosso povo brasileiro

No verde-e-rosa da minha bandeira
Esperança e amor
Hoje a mestiçagem levanta poeira
Na minha Estação Primeira

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Sobe


Compositores: Tuaregue, Jocelino, Paulo Beto e Madeira



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Mangueira canta e encanta nossa história
Com seu passado de glória
Faz dos versos o seu universo
Filosofando um sonho de fascinação
Mostra a beleza de morenidade e da latinidadeça
Força, paz e união
Nesse encontro de raças diferentes
Meu puro sangue em sacrifício misturei
No plasmar da nova era
Globalizando as raízes eu herdei

Sou a Estação Primeira
Por liberdade e igualdade sempre irei lutar
Um jeito doce de ser brasileiro
O cunhadismo foi um modo popular

Um amor sem preconceito
Enche o céu a terra e o mar
Não há barreiras para nos monopolizar
Índios brancos e negros
Emolduram a nossa nação
Caboclos, gaúchos e sertanejos
Surge a miscigenação
Pra celebrar as etnias raciais
Uma só bandeira
E falar da grandiosidade do Brasil
Só Mangueira

A Verde Rosa é meu mundo
Por ela tenho paixão
Vibra meu povo
Na passarela da emoção

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Sobe


Compositores: Nino da Mangueira e Sereno Mattos

Mangueira nos braços do povo
Ilustrando a história
A luz de uma nação
Coloiu seu chão com a miscigenação
Nesse paraíso tropica
Veio colonizador para o comércio explorar
Gritou o índio e não deixou se escravisar
Surge o caboclo boiadeiro arando o sertão
Uma utopia à missão
Negro pisou este chão
Plantio no sul da Bahia
Iniciava uma nova etinia

Ilauê… Joga flores ao mar
Rosas para Iemanjá… Odoiá
A verde rosa é a minha paixão
Que pulsa forte em meu coração

Brasis do Brasil, canta o povo mulato
Molda a arte ao seu retrato
Ciclo do gado e produção
Mestres em artes coloniais
Madeiras, minério, ouro e metais
Farta culinária das regiões
No troca-troca seguem os regatões
Mangueira 80 anos de glórias
Seus mitos emoldurados na memória
Estação Primeira Tradicional
Darcy Ribeiro em nosso carnaval

Quem sou eu?
Negro ou mulato, índio guerreiro
De norte a sul do Brasil
Com jeito humilde e festeiro
Sou o povo brasileiro

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